CLDF deve tratar, nesta terça (19), lei que autoriza operação antes de aprovação pelo Banco Central
Carta aberta de 11 entidades do setor produtivo do Distrito Federal, entre elas a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI DF), defende a aquisição do Banco Master pelo BRB. O documento, divulgado nessa segunda-feira (18/8), classifica a operação como “passo importante” para o fortalecimento do Banco de Brasília e do DF.
A expectativa é de que o Banco Central aprove a aquisição ainda esta semana. Antes, porém, a Câmara Legislativa do Distrito Federal deverá discutir, nesta terça-feira (19/8), uma lei que autorize a aquisição para não violar a legislação do DF e a Lei das Sociedades por Ações (Lei das S/A), após determinação do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).
A carta destaca que, a partir de 2019, o BRB vem trilhando uma trajetória de crescimento continuado, apropriando as melhores práticas do setor privado na gestão de um banco público, com foco no desenvolvimento.
Nesse período, segundo o documento, o BRB multiplicou sua base de clientes, que passou de 600 mil para 9 milhões de pessoas, no DF e 18 estados do Brasil, com mais de 1 mil pontos de atendimento. O Banco de Brasília também acumula ativos totais de R$ 68,8 bilhões, R$ 2,3 bilhões em lucros e distribuição de R$ 1 bilhão em dividendos para o Governo do Distrito Federal.
Ainda de acordo com a carta, esses recursos têm contribuído “para a execução de políticas públicas destinadas a garantir à população mais saúde, educação, segurança, mobilidade e infraestrutura. Isso é bem-estar, dignidade e qualidade de vida”.
Confira aqui a íntegra da carta.
Além da ADEMI DF, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) e o Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese-DF) são signatários do documento.
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