EM MIAMI, CBIC APRESENTA OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO NO MERCADO IMOBILIÁRIO BRASILEIRO

09 dez 2021

O vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Eduardo Aroeira Almeida, apresentou as oportunidades do mercado imobiliário brasileiro a empresários internacionais. Em painel do Fórum Invest in Brasil, edição Miami, ele abordou falou o tema Fundos e Mercado Imobiliário, oferecendo um panorama do setor no Brasil, seu potencial e atrativos para o capital estrangeiro. Realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o evento aconteceu na quarta-feira (08/12), nos Estados Unidos (EUA).

“Foi uma oportunidade estratégica de atrairmos novos players para o mercado imobiliário brasileiro”, comenta o executivo, que também é o presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (ADEMI DF). “Nosso mercado está preparado para novos fundings e aportes, nossas empresas estão maduras para parcerias internacionais”, destacou.

Durante o painel, Aroeira apresentou indicadores do setor da construção brasileira no Brasil, que tem no mercado imobiliário um dos segmentos mais pujantes. Segundo ele, a despeito dos efeitos da pandemia, o setor fechou 2020 com aumento de 33,2% no volume de lançamentos em todo o país; deu um salto de 3,9% nas vendas e de 4,8% de oferta de novos imóveis.

O executivo também mencionou o desempenho do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), fontes de financiamento que ancoram o setor, e os fundos de investimento imobiliário (FIIs), destacando a evolução do patrimônio líquido em dólares, que foi de U $ 36.641 no mês de setembro de 2021, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Ao apontar as oportunidades, o vice-presidente da CBIC mencionou que o déficit habitacional brasileiro é de 7,8 milhões de moradias, sendo o Sudeste a região com maior demanda: 2,9 milhões de moradias (38% do total). Dados do FGTS mostram que 500 mil moradias são construídas anualmente no país. “Seriam necessários mais de 20 anos de trabalho para atender a necessidade de moradias em nosso país”, ressaltou.

Aroeira apontou os avanços legislativos que trouxeram maior segurança jurídica à indústria da construção, atributo essencial para a tomada de decisão por novos investimentos também por empresários estrangeiros. Ele citou melhorias nos marcos legais que regem a concessão de licenciamento urbano; a simplificação o licenciamento ambiental e a reorganização da Comissão Especial do Sistema de Registro de Imóveis.

(Com Agência CBIC)

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Imprensa Ademi-DF

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